A morte sela o julgamento das ações. Aquele que destrói a justiça e corrompe o bem é chamado de Zhiu. Contudo, este ancestral dos títulos infames foi, de fato, um soberano de feitos literários e milit
Ele limpou o sangue do canto da boca, girou a maçaneta e empurrou a porta.
Do outro lado, havia um cômodo retangular e amplo. Uma luz fria descia de cima, concentrando-se sobre uma longa mesa no centro do salão. A mesa era de madeira, com material robusto e acabamento primoroso; ao seu redor, estavam dispostas treze cadeiras altas com encosto e braços.
Naquele momento, as cadeiras numeradas de “2” a “13” já estavam ocupadas. Portanto, não havia alternativa senão dirigir-se ao assento cujo encosto ostentava o número “1”.
Soltou um leve suspiro, ajustou a respiração e caminhou até a mesa, sem pressa nem hesitação.
Enquanto avançava, observou rapidamente as doze pessoas já sentadas à mesa; havia homens e mulheres, vestiam-se de maneiras variadas, o mais velho parecia ter cerca de quarenta anos e o mais jovem, talvez dezesseis ou dezessete.
Quando se aproximou, os doze mantiveram-se impassíveis: alguns o fitavam com olhos gélidos, outros lhe lançavam sorrisos irônicos, e havia quem sequer levantasse as pálpebras.
Ninguém disse uma palavra até ele se sentar; o ambiente, mesmo com treze pessoas, era estranhamente silencioso, a ponto de se ouvir apenas a respiração, que soava incisiva.
Ele percebia... uma atmosfera estranha pairava sobre o local, ou talvez já estivesse ali há muito tempo.
Logo, seu olhar se voltou, quase sem querer, para a superfície à sua frente, pois havia apenas uma coisa sobre a mesa... bem ali, diante do lugar número um.
Trriiim, trriiim, trriiim—
O objeto tocou, no momento exato.
Hesitou po