【Invencível + uma única protagonista feminina + sem sistema + inteligência de todos em dia (exceto o povo que só fica incitando a multidão) + tanto ortodoxo quanto heterodoxo + decisivo e implacável】
Na primeira página, deixem aqui o cérebro.
O Templo Imperial não vai sair; além disso, as regras para fanfics ficaram especialmente rígidas ultimamente, então aquele outro livro também não pretendo escrever. Mesmo que escrevesse, seria fácil só desperdiçar tempo.
Tum... tum... tum...
Num templo em ruínas, ecoava o som ritmado de um bloco de madeira sendo percutido.
Diante da imagem de Buda moldada em barro, um jovem monge de feições belas e elegantes mantinha os olhos cerrados e o cenho franzido, batendo de quando em quando no grande peixe de madeira à sua frente, um objeto que era várias vezes maior do que a própria cabeça.
Pá!
Um estalo sonoro soou.
Na nuca do jovem monge surgiu de imediato uma marca avermelhada de palma.
— Ai!
Ele soltou um grito de dor, abriu os olhos e lançou um olhar irritado para o velho monge apoiado num bastão de meditação gasto e remendado, atrás dele.
— Refreie a soberba e a impaciência, e só então alcançará algo — murmurou o ancião, com as pálpebras caídas, num tom fraco e sem forças.
O jovem monge revirou os olhos. Aquele velho sabia mesmo encenar.
Se não tivesse descoberto por acaso que o bastão na mão do velho era pesado a ponto de ele, mesmo fazendo força até com o leite que ainda não tinha bebido na infância, não conseguir movê-lo nem um dedo, teria jurado que aquele corpo adoentado era real.
— Mestre, não pode parar de bater na minha cabeça? O senhor tem tanta força na mão que vai me deixar idiota — resmungou o jovem, esfregando a nuca.
— Melhor ainda se