Lingyuan despertou de seu sono e descobriu que havia entrado em um mundo muito familiar. O pilar do céu que lhe era conhecido, a estrada de tijolos de pedra que se estendia adiante, e... o portal de p
Dormir, acordar, atravessar para outro mundo.
Pilares de pedra, nuvens, você entende, não é? O caminho que se estende sem fim se repete aqui, sob um céu onde ruínas e fragmentos de muralhas se espalham entre as nuvens.
Ao som das pedras encaixando-se com perfeição, uma porta de pedra familiar ergue-se silenciosa diante dele.
Linyuan contempla a porta, e um lampejo de claridade surge em seu coração, inexplicavelmente. Ele sabe que, ao cruzar essa porta, enfrentará um continente de Teyvat que lhe é ao mesmo tempo desconhecido e familiar.
E ali, os desafios que se apresentarão serão diferentes de tudo que já experimentou em sua vida passada.
Se vencer, viverá; se perder... morrerá.
*
Assim que abriu os olhos, Linyuan ficou sem palavras diante de um cenário ao mesmo tempo incrivelmente real e estranhamente familiar. Inicialmente, pensou que estava apenas sonhando, resultado de tanta dedicação ao jogo, e que, por isso, tinha ido parar naquele mundo de fantasia.
Mas— tudo era real demais: a sensação áspera sob os pés, a brisa suave acariciando o rosto, o calor do sol aquecendo o corpo, tudo tão palpável, como se o passado não passasse de um sonho, e agora, ao acordar, ele retornasse a este lugar.
A realidade era impossível de ser negada, e Linyuan suspeitou: teria atravessado para outro mundo (reencarnado)?
Quando esse pensamento surgiu, a porta de pedra à sua frente ganhou uma presença única, atraindo-o a desvendar seus segredos.
Os dedos de Linyuan tremeram por um instante. Dominado por sentimentos indescritív